A Atividade Delegada é a lei que permite que policiais militares trabalhem fardados em Santos durante as horas de folga, com pagamento do município. O vereador Sérgio Santana apresentou o Requerimento 005/2013 que deu origem ao Projeto de Lei 122/2013, e a Atividade Delegada foi aberta oficialmente na cidade em 15 de maio de 2014. Esta página reúne, em ordem cronológica, o que o site registrou sobre o tema entre 2013 e 2018.
Trata-se de um convênio entre a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e a Prefeitura de Santos. Pela lei, os policiais militares interessados podem trabalhar legalmente nas horas de folga, devidamente fardados, recebendo pelo serviço. O objetivo é aumentar o efetivo policial nas ruas e, com isso, dar mais segurança a moradores, trabalhadores e turistas, além de reforçar a renda dos policiais.
Em 2013, no primeiro mandato, Sérgio Santana apresentou o Requerimento 005/2013 pedindo a adoção da Atividade Delegada em Santos. O pedido resultou no Projeto de Lei 122/2013. Como policial militar, o vereador tratava o tema como uma antiga reivindicação da categoria: trabalhar nas folgas com amparo legal.
Em 15 de maio de 2014, o vereador esteve na Prefeitura para a abertura oficial da Atividade Delegada no município. Na avaliação dele, a parceria atenderia a população com mais policiamento e os policiais com uma forma legal de complementar a renda. Ainda em 2014, Sérgio Santana levou ao prefeito Paulo Alexandre a revisão do convênio de pró-labore policial, entre outras demandas de segurança.
Em maio de 2016, o prefeito de Santos assinou o projeto de lei da Atividade Delegada, consolidando o programa na cidade. No mesmo ano, o vereador cobrou da Prefeitura o pagamento da gratificação aos policiais e registrou quando a PM passou a receber o valor proposto por ele.
Em agosto de 2017, em audiência na Secretaria de Segurança Pública do Estado com o secretário Mágino Alves Barbosa Filho, articulada pelo deputado estadual Márcio Camargo, Sérgio Santana colocou em pauta a extensão da Atividade Delegada às rodovias, além da situação do IML de Santos e dos distritos policiais da cidade.
Em 2018, ao apresentar o balanço dos mandatos, o vereador destacou a Atividade Delegada como uma das três leis mais importantes da sua primeira passagem pela Câmara, ao lado da instalação de coletor de chorume e da proibição de fogos de artifício em locais fechados.